Edição 10
Ícones e ritmos: como a música pop influenciou as novas gerações
A arte está presente na história desde o período da era das cavernas e esteve presente em todos os momentos vividos após essa era até os dias de hoje, ajudando o ser humano a se expressar das maneiras mais diferentes possíveis, desde a dança e a música até a pintura e o cinema. Segundo a língua portuguesa, arte é a “produção consciente de obras, formas ou objetos voltados para a concretização de um ideal de beleza e harmonia ou para a expressão da subjetividade humana”, ou seja, arte é toda a produção que busca mostrar o abstracionismo que é ser humano ou que busca mostrar um ideal do que entendemos como beleza. E é nesse ponto que a arte se ramifica em centenas de vertentes que se dividem mais e mais, como a música, por exemplo, que é o tema que focaremos nesse jornal, se ramifica em diversos gêneros como o Pop, o Indie e o Metal, que se subdividem em subgêneros como Pop Teen, Indie Folk e o BabyMetal.
A música serve como uma forma de expressarmos o que sentimos ou expressarmos uma ideia que queiramos passar para o mundo, um exemplo disso é o que acontece com as músicas da falecida cantora Amy Winehouse. Amy nasceu em setembro de 1983 e faleceu em julho de 2011 em sua própria casa devido a uma embriaguez após um período de abstinência, suas músicas expressavam o que ela vivia no dia a dia e os seus sentimentos, como ela mesma dizia “Eu não escrevo músicas para ser famosa, escrevo músicas para transformar algo ruim em bom”, ou seja, em maior parte abordava sobre amor, cocaína, relacionamentos etc. Enquanto Amy tinha uma visão artística mais sóbria, com roupas comuns e um estilo musical voltado para o R&B, a Rainha do Pop, Madonna, ostentava nas roupas e clipes e se mantinha no mainstream.
Madonna veio muito antes de Amy, mas é indiscutível o fato de que a cantora foi uma das primeiras a inaugurar o Pop e as músicas como conhecemos hoje. Madonna, nas suas primeiras décadas, especialmente na época de sua turnê Blonde Ambition Tour, focava em expressar a sua visão de mundo na época, com músicas com letras de fácil entendimento e composições que grudam na cabeça.
A rainha do Pop ditou moda no século passado, sendo a sua criação mais icônica o seu “sutiã de cones”, segundo a revista Marie Claire “a peça foi inspirada nos sutiãs das garotas pin-up dos anos 50 e, quando apareceu reformulado vestindo Madonna em pleno anos 90, foi um escândalo, um choque com os códigos de vestimenta da época.” Mas quando falamos da música Pop, não podemos deixar de lado a pessoa com maior importância nesse meio: Michael Jackson, o cantor que dispensa apresentações veio de uma família humilde de um bairro de pessoas negras nos Estados Unidos, o Rei do Pop rapidamente foi conseguindo espaço na mídia, mas o seu “boom” aconteceu em 1982, quando lançou o seu clipe com mais de 14 minutos, Thriller. Segundo a Wikipedia “a canção foi produzida por Quincy Jones e escrita por Rod Temperton, que queria escrever uma canção teatral para se adequar ao amor de Jackson pelo cinema. A música e as letras evocam filmes de terror, com efeitos sonoros como trovões, passos e uivos.” Após o estrondo que foi Thriller, Michael atingiu o estrelato da fama e se consagrou como uma referência para todos os demais cantores, conseguindo o grande título de Rei do Pop. Michael faleceu com 50 anos de idade em 25 de junho de 2009 após uma parada cardíaca em casa.
Desse modo, a música se mostra como um forte meio de expressão e influência entre as pessoas, tanto os ouvintes se identificando com as letras ou se expressando com danças no ritmo da música ou com os cantores e compositores usando das letras e das sonoridades para mostrar o que sentem e pensam.
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