Edição 16
Vocação ou profissão? A vida real de um policial no Brasil

A farda é como se fosse o “uniforme” dos policiais. Esse uniforme inclui um colete à prova de balas que os policiais usam, e ele é bem pesado, tanto fisicamente quanto sentimentalmente. Quando digo isso, é porque acho que ser policial não é fácil, pois ele sabe que pode sair de casa muito bem e com um sorriso no rosto, mas infelizmente pode voltar muito mal e bem triste.
Os policiais fazem de tudo para que nada de mal aconteça, mas não é tão fácil assim, pois muita gente rouba, sequestra e faz tudo de ruim. Muitas pessoas reclamam dessa profissão pelo jeito de agir e a forma como eles falam, mas eles agem assim porque não sabem com quem estão lidando. Não tem como saber se a situação é perigosa ou não, e por esse motivo, às vezes, eles parecem menos amigáveis. Não é porque a pessoa é assim, mas porque a profissão exige que ajam dessa forma, já que a qualquer momento alguém pode tentar contra a vida deles.
Ser policial não é só uma profissão, é uma vocação. Muitas pessoas podem e não querem, muitas querem mas não podem, mas há aquelas que querem e também podem.
Existem várias categorias de polícia, por exemplo ROCAM, ROTA, PETO, etc. Também existem vários acessórios que um policial usa, como um relógio, que é muito importante para monitorar o tempo das ocorrências e os deslocamentos para outro local. Outro acessório importante é a lanterna, que ajuda a enxergar à noite e em lugares escuros. Outro acessório **muito** importante é o armamento do policial, essencial para combater o crime e proteger inocentes.
Além desses acessórios, existem os níveis de experiência do policial. Primeiro vem o soldado, que é a primeira patente; em seguida, o cabo; depois, primeiro, segundo e terceiro sargento; depois, o subtenente; em seguida, segundo e primeiro tenente; depois, capitão, major, tenente-coronel e, por fim, o coronel.
Você sobe de patente de acordo com sua experiência e com o tempo de serviço na polícia. Isso influencia se você “sobe de nível” ou não. O coronel é como se fosse o comandante máximo, responsável por todas as patentes policiais.
Eu não sou policial, mas acho que deve ser muito difícil, pois existem pessoas más que fazem de tudo para piorar o mundo. Ao invés de ir trabalhar, elas espalham medo, assustam quem precisa sair na rua e roubam os bens alheios. O policial, às vezes, não consegue impedir tudo, mas faz de tudo para que este mundo seja melhor, mesmo havendo muitas pessoas que pensam diferente. A profissão de policial tem que ser mais valorizada!
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Edição 16 · Novembro de 2025
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