Economia e Sociedade
Os patrocinadores da Copa: estratégia, vantagens e polêmicas

A Copa do Mundo é um grande evento esportivo que conquista a atenção e a torcida do mundo todo. Sua importância é algo mundial, que precisa de patrocinadores para expandir seu trabalho e influência. Os patrocinadores são decididos através de um processo estratégico feito pela própria FIFA, no qual a mesma abre oportunidade comercial para negociar com diversas marcas. Nesse processo, exige-se contrato e propostas para ambos. E assim surgem os patrocinadores do evento; os mais conhecidos são: Adidas, Coca-Cola e Visa.
Essa forma de estratégia de marketing não é recente: desde 1930, essas ações já eram praticadas, porém de forma simples. Então, o modelo moderno pediu o avanço nas tarefas comerciais em 1970. E em 1978 foi quando a FIFA soube se estruturar melhor em direitos comerciais; desde então, esse modelo foi aplicado até os dias atuais como profissionalismo global.
Na prática, isso funciona através das marcas pagarem para ter seu logo em camisas, estádios ou produtos oficiais, além de usar o próprio nome da Copa em seus comerciais. Nisso, existem os três tipos de patrocinadores: “parceiros” globais (pagam mais, aparecem mais), os patrocinadores oficiais (pagam para garantir direitos exclusivos no marketing) e os apoiadores regionais (empresas que patrocinam o torneio com restrições a áreas geográficas).
Pode parecer bobo, mas isso influencia os lucros da Copa, sua visibilidade mundial (que aumenta a cada ano) e a comercialização em excesso para o reconhecimento de sua marca.
Esse trabalho entre as marcas exige cooperativismo e confiança, além de grandes vantagens como: financiamento, crescimento de lucro, melhoria do evento, visibilidade mundial e associação positiva. Mas também existem seus pontos negativos, como: dependência financeira, mais foco no dinheiro e menos no futebol, muita publicidade que incomoda, exclusividade e investimento em risco.
Muita gente não sabe como identificar essa relação entre o evento e as marcas. O mais fácil de identificar isso é através de painéis durante o jogo, nomes diferentes dentro dos estádios, anúncios que destacam o futebol, produtos licenciados e ilimitados, o álbum de figurinhas mundialmente comprado e no site da Copa, onde mostra os patrocinadores de cada ano. E sobre essa atividade também carrega a opinião do público. Esse pensamento é dividido entre bom e ruim: muitos gostam por achar o patrocínio certo e necessário, enquanto outros acham errado por conta do grande gasto de dinheiro, comercialização em excesso e polêmicas que as marcas podem trazer ao evento.
Mas e você? O que acha sobre esse esquema de estratégia e publicidade em relação à FIFA e outras marcas?
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