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EDIÇÃO 18 · MAIO DE 2026Pedagogia Suíça. Valores Humanos.

Edição 02

Bombas nucleares: história, consequências e perspectivas

“Bomba da 2ª Guerra explode na Inglaterra”, diz uma notícia do jornal Estadão em 13 de fevereiro de 2023. Portanto, a palavra ‘bomba’ significa algo que explode e quando isso acontece, ela destrói lugares e machuca as pessoas que estão por perto. Mas o que é uma ‘bomba nuclear’, também conhecida como ‘bomba atômica’, e por que sua produção é proibida?

A bomba atômica ou nuclear tem como base de seu funcionamento a fissão de átomos, que podem ser desses dois elementos químicos: urânio ou plutônio. Por exemplo, um átomo instável é bombardeado por partículas e então se divide, e isso é chamado de “fissão”.

Depois disso, acontece uma reação em cadeia, ou seja, a fissão entre átomos libera uma grande quantidade de energia que, estando dentro de uma bomba, também chamada de “ogiva”, resulta em uma explosão.

Portanto, podemos afirmar que o americano Robert Oppenheimer, o homem que projetou a bomba atômica, tinha apenas um objetivo: destruir grandes espaços e matar muitas pessoas ao mesmo tempo. Um exemplo disso aconteceu nos dias 06 e 09 de agosto de 1945 no Japão durante a 2ª Guerra Mundial.

Uma notícia da BBC diz que 21 dias antes dessas bombas serem atiradas contra os japoneses, os EUA haviam testado uma das bombas. Então, eles já sabiam do poder de destruição em massa que ela tinha. 200 mil pessoas morreram nos ataques nas cidades de Hiroshima e Nagasaki no Japão naquelas datas.

Depois das tragédias com resultados destruidores, nenhuma bomba foi mais usada em guerras, mas vários países começaram a desenvolver o mesmo tipo de bomba e realizar testes, enviando várias para explodirem acima da atmosfera terrestre. Mas como isso ficou muito frequente, os EUA, a Rússia e o Reino Unido entraram em um acordo para reduzir seus programas nucleares, ou seja, parar de produzir as bombas que ficavam cada vez mais potentes.

Em 1968, EUA, Rússia e Reino Unido assinaram o “Tratado de Não-Proliferação Nuclear” ou “New Start”, que reduziu a produção de armas nucleares e limitou o número de lançadores de mísseis. Atualmente, nove países possuem bombas atômicas, mas a maioria dos países do mundo assinou o “Tratado sobre a Proibição de Armas Nucleares”. No entanto, os países que possuem bombas nucleares ainda mantêm a posse, o que gera polêmica e controvérsia.

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