Edição 09
Diversidade e preconceito: reflexões sobre as diferenças

Bem, existem muitas diferenças, tanto na cultura quanto nas cores de pele, e assim por diante. Isso acontece na sociedade e nas escolas.
As diferenças nas culturas são evidentes, algumas igrejas evangélicas acabam quebrando guias tanto da umbanda quanto do candomblé, culturas africanas. Claro que não é em todas as igrejas, mas também acontece com as cores de pele, com vendedores não querendo vender produtos ou na escola, onde crianças e adolescentes podem rejeitar alguém por achar a pessoa nojenta ou não gostar da textura do cabelo dela por ser crespo ou poroso.
Isso também se relaciona ao bullying. Temos que respeitar as pessoas e não julgar um livro pela capa, isso leva ao preconceito e à exclusão. É importante ensinar às crianças desde cedo que não deve haver diferenças entre as pessoas e religiões. Todos devem ter oportunidades de emprego e devemos ter empatia para entender que uma pessoa negra, ou de qualquer outra cor de pele, não é nojenta.
As diferenças dentro de uma religião são notáveis. Por exemplo, a umbanda e o candomblé acreditam em orixás e incorporações, usando guias de proteção. Já o catolicismo e o evangelismo são totalmente diferentes. Na minha percepção, o catolicismo não julga outras religiões, enquanto o evangelismo tende a ver o candomblé e a umbanda como coisa do diabo, o que não é verdade. Muitos acreditam que as oferendas são para prejudicar outras pessoas, mas na realidade, são para trazer benefícios. No entanto, o preconceito persiste, especialmente nas escolas, onde muitas meninas usam guias ou terços apenas para mostrar sua religião, quando na verdade isso não deveria ser necessário.
Outro exemplo de celebração das diferenças é o casamento entre pessoas de tons de pele diferentes, o que é maravilhoso de se ver, pois a cor não muda o amor das pessoas. No entanto, também há comportamentos desrespeitosos, como crianças na escola fingindo incorporações ou fingindo ser um padre.
Muitas das diferenças estão relacionadas às cores de pele. Muitas pessoas acham que uma pessoa de pele negra é criminosa e a julgam sem conhecê-la. Algumas também assumem que todas as pessoas de pele negra são umbandistas, o que não é verdade. É importante educar as pessoas para que compreendam e respeitem as diferentes escolhas e identidades das pessoas.
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